Sempre me perguntam o que anda tocando nas rádios aqui da Alemanha. E por outro lado eu tambem me interesso o que anda tocando nas rádios brasileiras. É interessante que existe muita coisa comum, normalmente aqueles Hits internacionais como a Lady Gaga, mas tambem existe músicas que estouram em um país e no outro nao. Existe tambem as músicas alemas que sao ótimas.
Vou comecar com uma música alema que ta tocando direto nas rádios daqui. É uma cantora nova, chamada Cassandra com a participacao do vocalista da banda "Ich + Ich" (que eu amo).
A música se chama "Stadt" que significa "cidade". Muito gostosa a música! Toda vez que eu to ouvindo rádio (na maioria das vezes no carro) e comeca a tocar, eu aumento o volume e canto junto!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
A Sombra do Vento
Vou postar de vez em quando sobre alguns livros que eu li e gostei.
O primeiro a ser listado é o livro "A Sombra do Vento" , que eu acabei de ler semana passada. O livro é lindo e merece muito ser lido.
É ambientado em Barcelona, na decada de 40. E comeca com o pequeno Daniel descobrindo o Cemitério dos Livros Esquecidos, uma espécie de biblioteca recheada de livros esquecidos esperando que alguem os leia novamente. É lá que ele encontra o livro A Sombra do Vento, escrito por Julián Carax, e se apaixona por este. Mas misteriosamente existe alguem que procura e queima todos os livros deste escritor que já foram publicados. E nao demora muito para chegarem até o Daniel...
A estória é linda, cativante. Daqueles livros que a gente nao quer largar, nem mesmo para dormir!
A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón
Em alemao, dá para comprar aqui.
Bjinhos
O primeiro a ser listado é o livro "A Sombra do Vento" , que eu acabei de ler semana passada. O livro é lindo e merece muito ser lido.
É ambientado em Barcelona, na decada de 40. E comeca com o pequeno Daniel descobrindo o Cemitério dos Livros Esquecidos, uma espécie de biblioteca recheada de livros esquecidos esperando que alguem os leia novamente. É lá que ele encontra o livro A Sombra do Vento, escrito por Julián Carax, e se apaixona por este. Mas misteriosamente existe alguem que procura e queima todos os livros deste escritor que já foram publicados. E nao demora muito para chegarem até o Daniel...
A estória é linda, cativante. Daqueles livros que a gente nao quer largar, nem mesmo para dormir!
A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón
Em alemao, dá para comprar aqui.
Bjinhos
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Jim Morrison
A minha amiga querida Lívia me mandou uma biografia do Jim Morrison para ler. Eu tinha comentado com ela como eu era fa dele e do "The Doors" na minha época de adolescente. Ah Jim, meu ídolo morto...
Foi assim: A primeira música do The Doors que eu ouvi foi "People are Strange" lá por volta de 1994. Foi um namoradinho da época que gravou uma fita K7 para mim, e nela havia essa música. Lembro que eu ficava sempre voltando a fita só para escuta-la. Aí revendo o filme "The Lost Boys" (no qual eu tambem era fa - parentese para dar mais uma cutucada no tal "Twilight", porque filme de vampiro cult é assim que faz, como Lost Boys) vi que a música tambem estava lá, como trilha sonora da estranha Santa Clara (tá, era uma regravacao, mas tudo bem). Mais um ponto para o The Doors.
Abertura do filme e com direito de dar uma verificada na regravacao da música:
Daí para virar fa foi um pulo. Comecamos (eu, Chris e Gi - minhas melhores amigas) a escutar The Doors toda hora, o dia inteiro. Jim Morrison logo se tornou o símbolo da liberdade e revolta adolescente (ah gente, quem nao passou por isso?). Juntou com o filme do Oliver Stone em que o Val Kilmer parecia e reencarnacao do Jim:
Todo esse mito cercando o Jim Morrison, toda a sua poesia, drama, loucura e atitude me fascinaram. Aí passou a época adolescente, a paixao avassaladora de fa e o mundo real apareceu. Deixei o Jim no canto, porque ele era muito complexo para o meu pequeno entendimento.
Mas mesmo assim, ele nao sumiu da minha vida. Quando fui a Paris, parei tudo o que eu estava fazendo para cumprir uma promessa que tinha feito a mim mesma anos atras. Visita-lo lá:
(foto: Pat)
E assim o tempo foi passando, tendo o Jim como um pedaco da minha estória (como tantas outras coisas...). Até que a Lívia me deu a biografia dele para ler. E Jim voltou. Com toda forca. Ajudado pelos anos que passaram e desenvolveram um pouco mais minha capacidade de entendimento do ser humano.
Jim foi um genio. Uma pobre alma incompreendida. Ele se foi e Pam tambem.
Mas seu legado sempre vai existir. Bom para mim, meus filhos, netos, bisnetos...
Bjos
Cin
Jim cantando "People are Strange":
Foi assim: A primeira música do The Doors que eu ouvi foi "People are Strange" lá por volta de 1994. Foi um namoradinho da época que gravou uma fita K7 para mim, e nela havia essa música. Lembro que eu ficava sempre voltando a fita só para escuta-la. Aí revendo o filme "The Lost Boys" (no qual eu tambem era fa - parentese para dar mais uma cutucada no tal "Twilight", porque filme de vampiro cult é assim que faz, como Lost Boys) vi que a música tambem estava lá, como trilha sonora da estranha Santa Clara (tá, era uma regravacao, mas tudo bem). Mais um ponto para o The Doors.
Abertura do filme e com direito de dar uma verificada na regravacao da música:
Daí para virar fa foi um pulo. Comecamos (eu, Chris e Gi - minhas melhores amigas) a escutar The Doors toda hora, o dia inteiro. Jim Morrison logo se tornou o símbolo da liberdade e revolta adolescente (ah gente, quem nao passou por isso?). Juntou com o filme do Oliver Stone em que o Val Kilmer parecia e reencarnacao do Jim:
Todo esse mito cercando o Jim Morrison, toda a sua poesia, drama, loucura e atitude me fascinaram. Aí passou a época adolescente, a paixao avassaladora de fa e o mundo real apareceu. Deixei o Jim no canto, porque ele era muito complexo para o meu pequeno entendimento.
Mas mesmo assim, ele nao sumiu da minha vida. Quando fui a Paris, parei tudo o que eu estava fazendo para cumprir uma promessa que tinha feito a mim mesma anos atras. Visita-lo lá:
E assim o tempo foi passando, tendo o Jim como um pedaco da minha estória (como tantas outras coisas...). Até que a Lívia me deu a biografia dele para ler. E Jim voltou. Com toda forca. Ajudado pelos anos que passaram e desenvolveram um pouco mais minha capacidade de entendimento do ser humano.
Jim foi um genio. Uma pobre alma incompreendida. Ele se foi e Pam tambem.
Mas seu legado sempre vai existir. Bom para mim, meus filhos, netos, bisnetos...
Bjos
Cin
Jim cantando "People are Strange":
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Voltei
É difícil explicar o impacto de receber a familia pela primeira vez na sua casa no exterior. É memorável. Pela primeira vez eles veem como é sua vida por aquelas terras. Pela primeira vez eles sentem os choques culturais que voce já esta aos poucos acostumada. Eles atestam todas aquelas situacoes que voce esta cansada de explicar e eles nao conseguem visualizar. Como ficar como "bobos" tentando tirar o carrinho do supermercado, até perceber que tem que colocar uma moeda para ele sair. Coisas assim do dia a dia que fizeram essas ultimas semanas tao especiais para mim.
Meus pais viram que vivo bem. Isso nao tem discussao. Mas viram tambem que tenho que contornar vários choques culturais, tenho que me adaptar a varias coisas, e assim me torno uma pessoa um pouco diferente daquela que eles estavam acostumados.
Isso me levantou uma questao: Será que quando estou em terras alemas sou diferente de quando estou no Brasil? Percebi que aqui eu integro um pouco da personalidade alema, me tornando um pouco irreconhecível para os meus pais. Será que somos assim mesmo? Isso é bom? Ruim? Prova que somos maleáveis e estamos nos adaptando ou prova que somos simplemente volúveis?
Oh duvida...
Mas na realidade, no final da contas, o que realmente importa é que familia é familia, e a felicidade nao está no país e sim nas pessoas que nos cercam. Aqui, estava tao feliz quanto eu sou no Brasil, visitando meus pais. Isso levantou uma outra questao: Hipoteticamente falando, será que eu sentiria tanta falta do Brasil se minha familia morasse aqui tambem?
Só sei que foi bom. Foi muito bom, e ainda vai render alguns posts. Hoje, to tentando voltar a vida para o lugar, retornar à rotina e me consolar por eles terem ido embora ontem.
Para voces, um beijo!
Cin
(minha família (e a mae do Pat), feliz da vida em Heidelberg)
Meus pais viram que vivo bem. Isso nao tem discussao. Mas viram tambem que tenho que contornar vários choques culturais, tenho que me adaptar a varias coisas, e assim me torno uma pessoa um pouco diferente daquela que eles estavam acostumados.
Isso me levantou uma questao: Será que quando estou em terras alemas sou diferente de quando estou no Brasil? Percebi que aqui eu integro um pouco da personalidade alema, me tornando um pouco irreconhecível para os meus pais. Será que somos assim mesmo? Isso é bom? Ruim? Prova que somos maleáveis e estamos nos adaptando ou prova que somos simplemente volúveis?
Oh duvida...
Mas na realidade, no final da contas, o que realmente importa é que familia é familia, e a felicidade nao está no país e sim nas pessoas que nos cercam. Aqui, estava tao feliz quanto eu sou no Brasil, visitando meus pais. Isso levantou uma outra questao: Hipoteticamente falando, será que eu sentiria tanta falta do Brasil se minha familia morasse aqui tambem?
Só sei que foi bom. Foi muito bom, e ainda vai render alguns posts. Hoje, to tentando voltar a vida para o lugar, retornar à rotina e me consolar por eles terem ido embora ontem.
Para voces, um beijo!
Cin
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Sem tempo
Meus pais estao aqui na Alemanha. To totalmente sem tempo!
No domingo eles vao embora (buáááá) e eu volto a postar. Vou colocar minhas impressoes da Suíca, depois de uma viagem muito legal que eu fiz para lá!
Bjinhos!
No domingo eles vao embora (buáááá) e eu volto a postar. Vou colocar minhas impressoes da Suíca, depois de uma viagem muito legal que eu fiz para lá!
Bjinhos!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Time of my Life
Me chamem de sentimental, de piegas, o que for. Mas eu confesso, orgulhosa, que hoje eu chorei. Escorreu, meio que sem querer, uma lágrima pelo meu rosto quando eu li que Patrick Swayze morreu. Isso acontece quando associamos tantas alegrias e descobertas à uma pessoa.
Me apaixonei pelo filme Dirty Dancing lá pelo inicio dos anos 90. Dancava as coreografias, ouvia minha fita K7 com a trilha sonora do filme (gravada pelo meu amigo Carmine), e decorei até as falas:
"- Silvia
- yes, Mickey
- How do you call your loverboy?
- Come here loverboy!
- And if he doesnt answer?
- Ohh loverboy!
- And if he still doesnt answer?
- I simply say
Baby,
Oohh baby
My sweet baby
You're the one"
(Música Love is Strange, e quem já viu o filme, sabe que é linda essa cena!)
E aquele homem que na época era tao lindo, tao cheio de saúde e dancava maravilhosamente bem, padeceu até seu último momento, vendo cada suspiro de vida sair do seu corpo, deixando-o em um estado irreconhecível.
E ontem, ele se foi. Talvez esteja dancando lá em cima, junto com Fred Astaire e Gene Kelly...
(e ainda tinha uma voz maravilhosa, podem conferir no vídeo abaixo, a música é cantada por ele)
Me apaixonei pelo filme Dirty Dancing lá pelo inicio dos anos 90. Dancava as coreografias, ouvia minha fita K7 com a trilha sonora do filme (gravada pelo meu amigo Carmine), e decorei até as falas:
"- Silvia
- yes, Mickey
- How do you call your loverboy?
- Come here loverboy!
- And if he doesnt answer?
- Ohh loverboy!
- And if he still doesnt answer?
- I simply say
Baby,
Oohh baby
My sweet baby
You're the one"
(Música Love is Strange, e quem já viu o filme, sabe que é linda essa cena!)
E aquele homem que na época era tao lindo, tao cheio de saúde e dancava maravilhosamente bem, padeceu até seu último momento, vendo cada suspiro de vida sair do seu corpo, deixando-o em um estado irreconhecível.
E ontem, ele se foi. Talvez esteja dancando lá em cima, junto com Fred Astaire e Gene Kelly...
(e ainda tinha uma voz maravilhosa, podem conferir no vídeo abaixo, a música é cantada por ele)
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